A língua é presumida. O resto não.
Cidadãos de países de língua portuguesa ficam dispensados de provar o idioma, mas continuam a ter de mostrar que conhecem a cultura, a história, os símbolos e o funcionamento do Estado.
Perguntas comentadas e simulados cronometrados para a nova prova de conhecimentos da Lei da Nacionalidade. Também para brasileiros e netos de portugueses.
A nova lei pede mais do que falar português. Pede que conheça o país: a história, os símbolos, a Constituição e a forma como o Estado funciona. O Quinas ensina isso, uma pergunta de cada vez.
Desde 19 de maio de 2026, a naturalização exige comprovar conhecimentos sobre Portugal por teste ou certificado. O formato oficial ainda depende do Regulamento da Nacionalidade.
Cidadãos de países de língua portuguesa ficam dispensados de provar o idioma, mas continuam a ter de mostrar que conhecem a cultura, a história, os símbolos e o funcionamento do Estado.
A atribuição da nacionalidade a netos passou a exigir os mesmos requisitos de integração da naturalização, incluindo cultura, história e direitos e deveres.
Sete anos para cidadãos da CPLP e da União Europeia, dez para os restantes, contados a partir do primeiro título de residência. Quem não é de língua portuguesa precisa ainda do nível A2 de português.
Cinco temas, explicação em cada resposta e o seu progresso guardado na sua conta.
Plano grátis: 1 simulado de 10 perguntas.
Sem assinatura. Quando o Regulamento definir o formato oficial, o simulado é atualizado sem custo.
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Atualizado a 26 de outubro de 2026.
A lei já está em vigor desde 19 de maio de 2026 e exige a prova, mas o formato (número de perguntas, local, certificado) depende do Regulamento da Nacionalidade, que o Governo ainda tem de publicar. As perguntas daqui seguem os temas definidos no artigo 6.º da lei.
Sim. A lei presume que você domina o português, mas a presunção não cobre a cultura, a história, os símbolos nacionais, os direitos e deveres e a organização política do Estado.
Em princípio não. Os pedidos apresentados antes da entrada em vigor da nova lei seguem as regras antigas. Confirme o seu caso com um advogado ou com o IRN.
Não. É uma plataforma independente de preparação, sem ligação ao IRN, ao Governo ou a qualquer entidade pública.
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